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Iaiá Garcia: romance de transição na obra machadiana

M. Elizabeth Ginway
Hispania
Vol. 78, No. 1 (Mar., 1995), pp. 33-42
DOI: 10.2307/345189
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/345189
Page Count: 10
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Iaiá Garcia: romance de transição na obra machadiana
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Abstract

Iaiá Garcia de Machado de Assis não é tão convencional quanto parece. Tradicionalmente, os críticos distinguem entre os romances "convencionais" e os romances "originais" da obra machadiana. Este artigo emprega o estruturalismo antropológico de Claude Lévi-Strauss para constatar a mensagem conformista do romance. Ao mesmo tempo, emprega-se a teoria do "desejo triangular" de René Girard para ressaltar a violência latente que se manifesta nos triângulos amorosos entre os personagens. A força destrutiva do desejo triangular surge tanto no tema da rivalidade quanto na dissolução da lógica narrativa na segunda parte do romance. Assim, Iaiá Garcia antecipa a experimentação das Memórias Póstumas, e portanto, este romance não se encaixa na primeira fase de Machado propriamente dita, mas deve ser considerado como uma obra de "transição."

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