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Uma Teoria de Interpretação das Formas de Tratamento na Língua Portuguesa
Manuela Cook
Hispania
Vol. 80, No. 3 (Sep., 1997), pp. 451-464
DOI: 10.2307/345821
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/345821
Page Count: 14
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Abstract
Em português as formas de tratamento assumem características específicas resultantes do sintagma sujeito nominal + verbo para a segunda pessoa gramatical. O sujeito nominal permite uma variada produção de significado de efeito social a diferentes níveis de formalidade e informalidade, enquanto que a omissão do mesmo conduz a um efeito de neutralidade que permite evitar uma tomada de posição dentro do contraste formal-informal. Consequentemente, é difícil aplicar com êxito à língua portuguesa um modelo de interpretação de formas de tratamento que se limite a focalizar um sistema binário de opções ou um modelo concebido para línguas onde um sujeito pronominal é a norma generalizada em paradigmas da segunda pessoa. No caso português é necessário considerar o conteúdo semântico do denotador do sujeito e é necessário que uma análise da actuação dos factores poder e solidariedade sobre as opções disponíveis não deixe de considerar também uma dimensão de neutralidade.
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Hispania © 1997 American Association of Teachers of Spanish and Portuguese
