Access

You are not currently logged in.

Access your personal account or get JSTOR access through your library or other institution:

login

Log in to your personal account or through your institution.

If You Use a Screen Reader

This content is available through Read Online (Free) program, which relies on page scans. Since scans are not currently available to screen readers, please contact JSTOR User Support for access. We'll provide a PDF copy for your screen reader.

Writing after Paradise and before a Possible Dream: Brazil's Caio Fernando Abreu

Fernando Arenas
Luso-Brazilian Review
Vol. 36, No. 2 (Winter, 1999), pp. 13-21
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/3513651
Page Count: 9
  • Read Online (Free)
  • Download ($17.00)
  • Subscribe ($19.50)
  • Cite this Item
Since scans are not currently available to screen readers, please contact JSTOR User Support for access. We'll provide a PDF copy for your screen reader.
Writing after Paradise and before a Possible Dream: Brazil's Caio Fernando Abreu
Preview not available

Abstract

A escrita das obras Os dragões não conhecem o paraíso (1988) e Onde andará Dulce Veiga? (1990) de Caio Fernando Abreu acontece à beira do abismo: um abismo de ordern pessoal, uma vez que o próprio autor é portador do virus HIV (Caio Fernando morreu de AIDS em fevereiro de 1996), e urn abismo colectivo (o Brasil), dada a profunda crise sócio-econômica e política dos últimos anos, apesar da euforia e estabilidade aparentes que têm acompanhado os anos da era FHC. Verifïca-se ao mesmo tempo na obra de Caio Fernando Abreu um sentido de perda, desamparo e descrença face ás Utopias políticas e sexuais que alimentaram o imaginário, não só brasileiro mas mundial, nas décadas de sessenta e setenta. Com este trabalho pretendo reflectir sobre a interação do pessoal, nacional e global na ficção de Caio Fernando Abreu, privilegiando aqui como objecto de estudo, a idéia de nação veiculada pelo autor. Caio Fernando articula a nação como espaço liminar, marcado por subjetividades alternativas, e uma heterogeneidade de discursos e de lugares de tensa diferenciação cultural. A identidade cultural brasileira surge de maneira fluida, dinâmica e impura. É a partir desse espaço liminar proposto por Caio Fernando Abreu que o Brasil negocia o seu capital cultural com o mundo globalizado de hoje.

Page Thumbnails

  • Thumbnail: Page 
[13]
    [13]
  • Thumbnail: Page 
14
    14
  • Thumbnail: Page 
15
    15
  • Thumbnail: Page 
16
    16
  • Thumbnail: Page 
17
    17
  • Thumbnail: Page 
18
    18
  • Thumbnail: Page 
19
    19
  • Thumbnail: Page 
20
    20
  • Thumbnail: Page 
21
    21