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Pedro II and the "Estado da India": Braganzan Absolutism and Overseas Empire, 1668-1683

Glenn J. Ames
Luso-Brazilian Review
Vol. 34, No. 2 (Winter, 1997), pp. 1-13
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/3514147
Page Count: 13
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Pedro II and the "Estado da India": Braganzan Absolutism and Overseas Empire, 1668-1683
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Abstract

A historiografia sobre o Estado da India no período que se seguiu imediatamente à perda das possessões nas costa de Malabar, em 1663, é escassa. Esta escassez da literatura histórica é lamentável. Primeiro, porque se trata de um período notável pela reorganização do Estado, e, depois porque assinalou também o fortelecimento da posição dos franceses, os quais exigiam logo uma parte do comércio no Oceano Índico, enquanto se empenhavam numa aliança, com os Portugueses tendo em mira assegurar principalmente os seus próprios interesses. O objectivo deste artigo são as prioridades e as estratégias planeadas e executadas em Lisboa e em Goa, no reinado do príncipe Pedro II (c. 1668) e, especialmente, no de Luis de Mendonça Furtado como vice-rei do Estado (1671-77). Demonstra-se que foram estas estratégias que permitiram que o Estado se estabilizasse, ou melhor, até progredisse, em uma época de crise na Europa e no Oriente. Todavia, o artigo também demonstra que havia uma ligação fundamental entre as estruturas do absolutismo que Pedro estava a estabelecer no reino e o grau de reforma possível no império ultramarino dentro daquelas estruturas. Em última análise, esta ligação impediu reforma suficiente para superar o poder dos holandeses no Oceano Índico. Apesar disso, uma rehabilitação notável na posição econômica e política do Estado da India realizou-se no período, c. 1668-1683.

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