Access

You are not currently logged in.

Access your personal account or get JSTOR access through your library or other institution:

login

Log in to your personal account or through your institution.

Eurodad's Campaign on Multilateral Debt: The 1996 HIPC Debt Initiative and Beyond (La campagne d'Eurodad sur la dette multilatérale: l'initiative HIPC de 1996 sur la dette et au-delà / Campanha Eurodad sobre a dívida multilateral: a iniciativa de 1996 sobre o débito dos Países Pobres Altamente Endividados e outras questões / La campaña de Eurodad sobre la deuda multilateral: la iniciativa HIPC de 1996 y más allá)

Sasja Bökkerink and Ted van Hees
Development in Practice
Vol. 8, No. 3 (Aug., 1998), pp. 323-334
Published by: Taylor & Francis, Ltd. on behalf of Oxfam GB
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/4028746
Page Count: 12
  • Download ($45.00)
  • Cite this Item
Eurodad's Campaign on Multilateral Debt: The 1996 HIPC Debt Initiative and Beyond (La campagne d'Eurodad sur la dette multilatérale: l'initiative HIPC de 1996 sur la dette et au-delà / Campanha Eurodad sobre a dívida multilateral: a iniciativa de 1996 sobre o débito dos Países Pobres Altamente Endividados e outras questões / La campaña de Eurodad sobre la deuda multilateral: la iniciativa HIPC de 1996 y más allá)
Preview not available

Abstract

'Multilateral debt is not a widespread problem for Severely Indebted Low Income Countries' wrote the World Bank in September 1994. Two years later, the International Financial Institutions-the World Bank and the International Monetary Fund-agreed to a proposal to bring the debt of Heavily Indebted Poor Countries (HIPCs) to sustainable levels. While imperfect, the proposal went some way to meeting the demands of NGOs which, with progressive forces both within the World Bank and among creditor countries, have played a crucial role in this process. While the multilateral debt problem is now too great to ignore, the authors maintain that it has been the persistent pressure of these players that has been responsible for the enormous progress made by the IFIs. /// 'La dette multilatérale n'est pas un problème répandu pour les pays à faible revenu gravement endettés' écrivait la Banque mondiale en septembre 1994. Deux ans plus tard, les institutions financières internationales (IFI)-la Banque mondiale et le Fonds monétaire international-adoptaient une proposition visant à abaisser la dette des Pays pauvres très endettés (HIPC-Heavily Indebted Poor Countries) à un niveau viable. Bien qu'imparfaite, cette proposition a contribué à satisfaire en partie les exigences des ONG qui, avec la collaboration de forces progressives tant au sein de la Banque mondiale que parmi les pays créanciers, ont joué un rôle décisif dans ce processus. Le problème de la dette multilatérale est aujourd'hui trop gigantesque pour être ignoré, mais les auteurs maintiennent que c'est la pression soutenue de ces protagonistes qui a donné lieu aux énormes progrès réalisés par les IFI. /// Em setembro de 1994, o Banco Mundial escreveu que a 'dívida externa multilateral não é um problema generalizado para os Países de Baixa Renda Altamente Endividados'. Dois anos depois as Instituições Financeiras Internacionais (IFI)-Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional (FMI)-fizeram um acordo para reduzir a dívida dos Países Pobres Altamente Endividados para níveis sustentáveis. Embora imperfeita, a proposta de certa maneira atendeu as demandas de ONGs que, juntamente com o auxílio de setores progressistas dentro do Banco Mundial e dos países credores, têm desempenhado um papel fundamental em todo o processo. Embora o problema da dívida externa multilateral tornou-se agora um problema excessivamente sério para ser ignorado, os autores mantêm que têm sido essas forças progressistas as responsáveis pelo enorme sucesso alcançado pelas IFIs. /// En setiembre de 1994 el Banco Mundial escribió que 'la deuda multilateral no es un problema extendido para los Países de Bajo Ingreso Severamente Endeudados'. Dos años mas tarde, las Instituciones Financieras Internacionales (IFI)-el Banco y el Fondo Monetario Internacional-acordaron una propuesta para traer la deuda de los Países Pobres Fuertemente Endeudados a niveles sostenibles. A pesar de ser imperfecta, la propuesta recorrió algún trecho a los efectos de suplir las demandas de las ONG, las que con fuerzas progresivas tanto dentro del Banco Mundial como entre los países creditores, han jugado un papel crucial en este proceso. Mientras que la deuda multilateral es hoy demasiado grande como para ser ignorada, los autores sostienen que ha sido la presión persistente de estos actores quienes han sido responsables por el enorme progreso hecho por las IFI.

Page Thumbnails

  • Thumbnail: Page 
323
    323
  • Thumbnail: Page 
324
    324
  • Thumbnail: Page 
325
    325
  • Thumbnail: Page 
326
    326
  • Thumbnail: Page 
327
    327
  • Thumbnail: Page 
328
    328
  • Thumbnail: Page 
329
    329
  • Thumbnail: Page 
330
    330
  • Thumbnail: Page 
331
    331
  • Thumbnail: Page 
332
    332
  • Thumbnail: Page 
333
    333
  • Thumbnail: Page 
334
    334