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Did Wittgenstein Ever Take the Linguistic Turn?

Heinrich Watzka
Revista Portuguesa de Filosofia
T. 58, Fasc. 3, Ludwig Wittgenstein: Sinificados da Sua Obra (Jul. - Sep., 2002), pp. 549-568
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/40337705
Page Count: 20
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Did Wittgenstein Ever Take the Linguistic Turn?
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Abstract

The conviction that philosophical problems are "problems of language" (Rorty) which may be solved, or dissolved, either by reforming language or by understanding more about the language we actually speak, forms the common ground of otherwise conflicting camps within 20th century analytic philosophy. The refusal of ordinary language philosophers to construct ideal languages stems from the prejudice that ordinary English satisfies all requirements for being an ideal language. If traditional philosophers would use words as ordinary speakers of English do they would not be able to formulate questions, and theses, they are apt to do. They are "misusing language" and "transgressing the bounds of sense" (Hacker). However, ordinary language philosophers like Austin have no theory of the origin of the "metaphysical", that means, the "human restlessness in the ordinary" (Cavell) and the drive to speak outside language-games. Wittgenstein can be said to have such a theory. The vision of language he sketches out in the Investigations reveals that skepticism is a permanent threat of communication and thought. A direct (flat) repudiation of traditional themes and modes of thinking is, properly speaking, beyond the reach of linguistic procedures, as Wittgenstein would understand them. /// A convicção de que os problemas filosoficos são "problemas de linguagem" (Rorty) passiveis de serem solucionados, ou dissolvidos, seja mediante a reforma da linguagem ou mediante uma melhor compreensão da linguagem que na realidade falamos, constitui a plataforma comum a vários compos, de outra forma em competição uns com os outros, dentro da corrente analítica defilosofia no século XX. A recusa por parte dos filósofos da linguagem ordinária em construir uma linguagem ideal deriva do preconceito segundo o qual a linguagem comum satisfaz todos os requisitos de uma linguagem ideal. Se os filósofos tradicionais usassem as palavras como os falantes ordinários da língua inglesa (ou outra) fazem não seriam capazes deformular questões, e teses, ted como se sentem capazes de fazer. Eles estão simplesmente a abusar da linguagem e a "transgredir as fronteiras do sentido" (Hacker). Apesardisso, osfilosofos da linguagem ordindria, tais como Austin, naopossuem uma teoria acerca da origem do "metafísico", ou seja, da "inquietude humana no ordinário" (Cavell) e do impulso a falar fora dosjogos linguisticos. O artigo defende que uma tal teoria se encontra precisamente em Wittgenstein. A sua visão da linguagem nas Investigações revela que o cepticismo constitui uma ameaca permanente a comunicação e ao pensamento. Assim sendo, uma repudiação directa dos temas e dos modos de pensar tradicionais é algo que está para aélm do alcance dos procedimentos linguisticos, tal como Wittgenstein os entende.

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