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O Manuductio ad Stoicam Philosophiam (1604): de Lipsius e a Recepção do Estoicismo e da Tradição Estóica no Início da Europa Moderna

Jan Papy
Revista Portuguesa de Filosofia
T. 58, Fasc. 4, Filosofia No Renascimento: Autores e Problemas (Oct. - Dec., 2002), pp. 859-872
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/40337724
Page Count: 14
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O Manuductio ad Stoicam Philosophiam (1604): de Lipsius e a Recepção do Estoicismo e da Tradição Estóica no Início da Europa Moderna
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Abstract

O presente artigo constitui uma análise de uma das obras fundamentais do movimento neo-estóico, o Manuductio ad Stoicam philosophiam de Justus Lipsius, um manual sobre a filosofia moral estóica publicado em 1604 em Antuérpia na Officina Plantiniana Escrito nos finais da vida do seu autor como uma "introdução à leitura de Séneca", a Manuductio de Lipsius constitui não apenas a primeira introdução sistemática à filosofia estóica e ao pensamento de Séneca graças à sua interpretação histórica e filosófica da Escola do Pórtico, mas tornou-se também na obra de base sobre a filosofia estóica durante mais de 150 anos. O artigo versa sobre as seguintes questões: Qual a nova leitura de Séneca que Lipsius apresenta no Manuductio de 1604? Que relação tem esta obra com a sua filosofia neo-estóica tal como a mesma tinha sido apresentada no De constantia de 1584? De que maneira a nova leitura de Séneca proposta por Lipsius influenciou a cultura europeia dos séculos XVII e XVIII? /// This article examines the role played by one of the fundamental works of the neo-Stoic movement, Justus Lipsius's Manuductio ad Stoicam philosophiam, a manual on Stoic moral philosophy published in Antwerp in the Officina Plantiniana in 1604. Written at the end ofLipsius 's life and intended as a guide 'to understanding Seneca', this Manuductio was not only the first systematic introduction to Stoicism and Seneca's thought, on account of its clear historical and philosophical interpretation of the Stoa it also became the standard textbook on Stoic philosophy for more than a century and a half. The following questions are considered in the present contribution: which new reading of Seneca is presented in Lipsius's Manuductio of 1604? How does it correlate with Lipsius's famous dialogue De constantia from 1584? In which ways did Lipsius's new reading of Seneca come to influence the culture of early modern Europe?

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