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Lógica e Ontologia: O confronto entre Bertrand Russell e Hugh MacColl acerca dos Objectos Inexistentes

Paolo Valore
Revista Portuguesa de Filosofia
T. 63, Fasc. 1/3, Filosofia e Ciência / Science in Philosophy (Jan. - Sep., 2007), pp. 391-405
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/40419521
Page Count: 15
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Lógica e Ontologia: O confronto entre Bertrand Russell e Hugh MacColl acerca dos Objectos Inexistentes
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Abstract

Ponto de partida do presente artigo é uma interrogação acerca do significado existencial das proposições. Em primeiro lugar, é considerada a ideia de existência simbólica na lógica de MacColl, ao mesmo tempo que se assinalam os problemas que, na perspectiva de Bertrand Russell, estão associados com a auta-referência e o significado da classe-nula. Por outro lado, o artigo demonstra também até que ponto a própria perspectiva de Russell não está livre de problemas, de ambiguidades e de mudanças de opinião. O autor do artigo partilha a crítica de Russell sobre o significado do quantificador, acabando por usar Russell contra Russell, ou seja, a réplica russelliana de 1957 a G. J. Warnock contra a réplica russelliana de 1905 a MacColl. Assim, a partir de uma análise lógica do debate entre Russell e MacColl, o artigo procede a uma investigação da relação entre Lógica e Ontologia, considerando de um modo especial o caso dos objectos não-existentes. /// Moving from a technical, logical point of view in the RusselUMacColl debate about the existential import of propositions and the significance of the null-class, the paper tries to inquiry the relationship between logic and ontology, considering in special the case ofnon existing objects, Russell's philosophical treatment of the existential quantification gains his full meaning in his realistic perspective. But it is possible to use this treatment versus Russell intentions, to deny that there is a supplementary (in space-time) existence, that "lies wholly outside Symbolic Logic".

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