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El Paradigma de la Complejidad

Janet Ortiz Galelea
Revista Portuguesa de Filosofia
T. 63, Fasc. 1/3, Filosofia e Ciência / Science in Philosophy (Jan. - Sep., 2007), pp. 407-426
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/40419522
Page Count: 20
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El Paradigma de la Complejidad
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Abstract

A segunda metade do século xx ficou profundamente marcada pela configuração de um novo diálogo com a natureza, o que aconteceu sobretudo mediante a introdução de um novo modo de ver as coisas centrado no reconhecimento da complexidade e do acaso como elementos constitutivos da realidade. Nesse sentido, o presente artigo tem por objectivo proceder a uma exposição dos princípios fundamentais desta emergente perspectiva, à qual se dá o nome de paradigma da complexidade, paradigma este que nasce a partir do próprio seio das lacunas inerentes ao paradigma clássico de matriz newtoniana. Mostra-se também como até muito recentemente a ciência foi incapaz de dar atenção a aspectos como a não linearidade ou a assimetria temporal características dos processos próprios dos sistemas abertos e interactuantes com o meio circundante, como é o caso dos organismos vivos, ou seja, daqueles processos que dão propriamente sentido à temporalidade do tempo. A autora mostra ainda até que ponto este novo prisma, ou modo de ver as coisas, que impregna todas as disciplinas, requer novos instrumentos para abordar a realidade de forma qualitativa, exigência esta que, naturalmente, haveria de dar lugar a novos conceitos. Em suma, o artigo defende que o reconhecimento da complexidade do real nos impõe uma nova abertura à interdisciplinaridade e, não menos, a uma nova visão do mundo, uma, precisamente, em que este não aparece como um mero agregado de partes, mas sim como uma rede na qual tudo está interconectado e em contínua transformação. /// The second half of the 20 th -Century points towards a new dialogue with nature under a view that recognizes complexity and fate as constituent elements of reality. In this sense, the present article explains some of the basic principles underlying this new understanding of the world, which goes here by the name of complexity s paradigm, one that is born out of the hollows of the classical newtonian paradigm. At stake are issues like non-linearity or temporary asymmetry which distinguish living creatures as open and interactive systems, and give sense to the concept of time, even though until very recently science has not given enough attention to such concepts. But it is also shown how this new paradigm is pervasive across all the disciplines, whereby it requires new instruments to analyze the qualitative dimension of the real. Finally, the author of the article also claims that the acknowledgement of such complexity of the real presupposes an opening of the minds to interdisciplinary and to a vision of the world in which the real is not seen as a mere addition of pieces, but in which each portion of the real is seen in connection with everything else and as being in constant transformation.

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