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Uma concepção fraca de nacionalidade — observações sobre identidade e comunidade

Miguel Esteves Cardoso
Análise Social
Terceira Série, Vol. 24, No. 101/102 (1988), pp. 807-813
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/41011130
Page Count: 7
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Uma concepção fraca de nacionalidade — observações sobre identidade e comunidade
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Abstract

Ao considerarmos o nosso próprio relacionamento com os nossos compatriotas, somos já parte de uma nação. A comunidade é a soma das pessoas que pensam coisas diferentes acerca de elas próprias e das mesmas coisas de uma certa maneira. Se queremos examinar a justiça distributiva que envolve a atitude de cada pessoa para com a sua comunidade, nos vários relacionamentos e graus que podem ser distinguidos, da amizade ou compaixão pelos nossos compatriotas mais infortunados à solidariedade social, consciência de classe ou orgulho nacional, então parece uma boa ideia pensarmos em como uma concepção fraca de identidade pessoal é completada pela sensação de pertença a uma comunidade. Lorsqu'on considère le rapport entretenu avec nos compatriotes, on fait déjà partie d'une nation. La communauté est la somme des gens qui ont une façon particulière de penser sur eux-mêmes des choses différentes. Si l'on veut analyser la justice distributive qui enveloppe l'attitude de chaque individu envers sa communauté, selon les divers rapports pouvant être établis et leurs différents niveaux — dès l'amitié ou la compassion envers les plus infortunés jusqu'à la solidarité sociale, la conscience de classe ou l'orgueil national —, on devra songer à comment un faible concept d'identité personalle est suppléé par le sentiment d'appartenance à une communauté. When one considers one's relationship with one's compatriots one is already part of a nation. The community is the sum of persons who happen to think different things about themselves in a particular way. If one wants to examine distributive justice, which involve each person's attitudes to his or her community, in the various relationships and degrees which can be distinguished, from friendship or compassion for one's more unfortunate countrymen to social solidarity, class loyalty or national pride, then it seems a good idea to think about how a weak conception of personal identity comes to be supplemented by the sense of belonging to a community.

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