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COMPARATIVE OBSERVATIONS ON SOME PHYSIOLOGICAL ASPECTS OF ROCKY-SHORE AND SALT MARSH POPULATIONS OF PELVETIA CANALICULATA (PHAEOPHYTA) / COMPARAÇÃO DE ALGUNS ASPECTOS FISIOLÓGICOS ENTRE POPULAÇÕES DE PELVETIA CANALICULATA (PHAEOPHYTA) DE COSTÕES ROCHOSOS E PÂNTANOS SALGADOS

Eurico Cabral de Oliveira Fọ and Anthony Fletcher
Boletim de Botânica da Universidade de São Paulo
Vol. 5 (1977), pp. 1-11
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/42871359
Page Count: 11
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COMPARATIVE OBSERVATIONS ON SOME PHYSIOLOGICAL ASPECTS OF ROCKY-SHORE AND SALT MARSH POPULATIONS OF PELVETIA CANALICULATA (PHAEOPHYTA) / COMPARAÇÃO DE ALGUNS ASPECTOS FISIOLÓGICOS ENTRE POPULAÇÕES DE PELVETIA CANALICULATA (PHAEOPHYTA) DE COSTÕES ROCHOSOS E PÂNTANOS SALGADOS
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Abstract

Laboratory and field experiments were perfomed in order to compare some aspects of the physiology of the brown algae Pelvetia canaliculata growing on rocky-shore, and its marsh representative ecada libera, in North Wales. Rates of water loss are similar for both plants under laboratory conditions though there is a significant difference between the dry/fresh weight relation. In nature, the salt marsh form looses water much slower than the rocky-shore plants because of different environmental conditions. Both forms are very sensitive to continuous submergence and decay within a variable interval of time that increases with light intensity. Photosynthesis and respiration proceed at similar rates when submerged, or out of water in various states of desiccation of the thalli. The relations of photosynthesis and respiration to water content of the thalli were linear and could be detected with the Warburg manometer when the plants were at 10 - 20% of the saturation water content. A comparison of the water loss in the field and of assimilation in the laboratory under different water contents show that the marsh form is able to photosynthesise for a much longer time, than the rocky-shore plants. The light compensation point in emersed water-saturated thalli ranges around 700 lux for both forms at 12° C. The vertical distribution of Pelvetia canaliculata is discussed in view of the new data presented here. Vários aspectos da fisiologia da alga parda Pelvetia canaliculata foram estudados, analisando-se comparativamente os resultados obtidos com plantas que crescem em costões rochosos e plantas que crescem entre as angiospermas dos pântanos salgados do País de Gales. Em condições de laboratório, com umidade relativa constante, as taxas de perda d'água são praticamente idênticas embora as plantas do pântano apresentem uma maior relação peso seco/peso fresco. Na natureza, entretanto, a velocidade de dessecamento entre as duas formas difere muito devido à maior umidade do ambiente em que vivem as plantas do pântano. Ambas as formas são bastante sensíveis à imersão contínua em água do mar corrente e entram em decomposição em um perído que aumenta com a intensidade luminosa. As taxas de fotosíntese e respiração não diferem significativamente, tanto em plantas imersas como emersas e com diferente teor de água no talo, nas duas formas. As variações da fotossíntese e da respiração com o teor de água do talo são lineares, sendo que estes processos caem a níveis não detectáveis, com a técnica de Warburg utilisada, quando se atingem valores da ordem de 10 -20% do total de saturação de água. As comparações das curvas de perda d'água no campo e de assimilação com diferente quantidade de água no talo mostram que as plantas de costões rochosos dispõem de um perído muito mais curto . para a fotossíntese. O ponto de compensação luminoso para ambas as formas é similar e encontra-se ao redor de 700 lux a 12° C. Com base nos dados apresentados e nos da literatura discute-se a distribuição vertical de Pelvetia canaliculata.

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