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Saberes missionários: da autoria à tradução

Paula Montero
Revista de Antropologia
Vol. 55, No. 2 (julho-dezembro 2012), pp. 835-855
Published by: Revista de Antropologia
Stable URL: http://www.jstor.org/stable/43923863
Page Count: 21
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Saberes missionários: da autoria à tradução
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Abstract

Neste trabalho tomo como objeto da minha reflexão a antropologia missionária. Procuro compreender suas relações intelectuais e práticas com questões colocadas pela antropologia acadêmica. Tendo como perspectiva de fundo um projeto civilizador, o missionário-etnógrafo posicionou-seem seu campo de observação como um “tradutor” entre diferentes mundos. Mas o modo como o fez e o modo como seu trabalho foi lido por seus pares foi se transformando em função de diferentes contextos históricos. Procuraremos descrever neste artigo esse processo que, a nosso ver, foi marcado ao menos por três grandes fases: a do missionário/autor; a do missionário/opressor; e a do missionário propriamente tradutor. Considerando-se os missionários como “tradutores”, procuraremos elucidar as maneiras como os seus discursos se apropriaram e produziram as diferenças nativas. Para tanto, recuperaremos parte da análise que realizamos dos escritos etnográficos salesianos a respeito das populações indígenas no Brasil entre 1920 e 1970 em obra recentemente publicada. In this paper I take for object of my reflection missionary anthropology. I seek to understand its intellectual and practical relations with issues raised by academic anthropology. With a background civilizing project, the missionary-ethnographer stood at his field of observation as a "translator" between different worlds. But the way he did his work and the way it was read by his peers was subject to transformation due to the changing historical contexts. In this article we aim to describe that process, which, in our view, was marked by at least three major phases: the missionary /author, the missionary / oppressor and proper missionary translator. Considering the missionaries as "translators", we will attempt to elucidate the ways in which their discourses were appropriated and produced native differences. In order to do so, we will revisit part of the analysis produced on the Salesian ethnographic writings about indigenous peoples in Brazil between 1920 and 1970 we recently published.

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